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sábado, 18 de junho de 2011

A MORTE DE JESUS

Não existe e nunca haverá ma história que interesse tanto a humanidade quanto os relatos de um homem que era membro de uma comunidade judaica e que sua existência terrena não passou de 33 anos dos quais só os três últimos anos se tornaram públicos.
Este homem foi a maior revelação de Deus para a humanidade e o seu nome é Jesus, que deriva da forma grega do vocábulo Jeshua ou José, que significa "Jeová é Salvador".
O ensinamento de Jesus sobre o perdão proporcionou a ira dos legalistas, a posição de perdoar pecados e ressuscitar os mortos incitou os religiosos.
A sua vida se baseava em dois mandamentos dos quais fora passados para nós: Amar a Deus sobre todas as coisas e amar o próximo como a ti mesmo.


Até hoje os céticos e adeptos às seitas oponentes do cristianismo não aceitam a pessoa de Jesus como ela deve ser reconhecida, a sua passagem pela terra se tornou assunto de vários debates e matérias explosivas da mídia escrita e televisiva em diversos momentos da história mundial, o livro Código Da Vinci vendeu milhões de dólares tentando manchar a reputação do cristianismo, debates tentando dividir o Jesus da fá e o Jesus da história foram visto pelos milhões de telespectadores do mundo, mas o que incomoda os seguidores das diversas seitas é a sua morte, porque ele é o pré-requisito necessário para o sua ressurreição, fato que comprova a divindade de Cristo.
Jesus é o único líder que não possui um túmulo, pois Ele não se preocupou com este detalhe porque ira passar só um final de semana ali. Não existe a frase: "Aqui jazz" onde Ele foi colocado, mas está escrito: "Ele não está mais aqui, Ele Ressuscitou", porque os aguilhões da morte não puderam segura-lo, porém, ainda existem pessoas que se opõem à sua morte e ressurreição.
Por mais que o inferno se levante contra a igreja do nosso Senhor Jesus, as portas do inferno não vão prevalecer contra ela, porque a igreja não está fundamentada em homens, mas em alguém que venceu a morte e isso é promessa divina.
Então, como posso refutar as diversas teorias contrárias a sua morte e ressurreição? Será que temos evidências que garantem a certeza da nossa fé?
Pois já dizia o apóstolo Paulo que se pregamos a ressurreição dos mortos não acreditamos nela, a nossa fé é vã.


A MORTE DE CRISTO FOI RELATADA POR DIVERSOS AUTORES CRISTÃOS E NÃO CRISTÃOS.


Não foi só os autores dos Evangelhos que relataram sobre a morte de Cristo, diversos autores cristãos deixaram o seu depoimento em crónicas ou documentos deixados na história.
Talo, um historiador samaritano do século I,segundo Júlio Africano, registrou a escuridão que veio sobre a terra na hora da crucificação dando a entender que ela seria um eclipse (Bruce,p 113), o escritor grego Luciano, século II, escreve sobre Cristo como um homem que foi crucificado na Palestina porque começou uma nova seita no mundo, a carta de Mara Bar-Seraption, 73 d.C. que está no museu Britânico fala sobre a morte de Cristo usando uma indagação; "Que vantagem tiveram os Judeus em executar sue Rei Sábio?",
Temos a referência de um escritor romano que escreveu sobre a morte de Cristo e comprovou a ressurreição em uma de suas crónicas: "Jesus quando vivo, não se defendeu de nenhuma das acusações que recebeu, mas ressuscitou dos mortos e exibiu as marcas do seu castigo e mostrou como suas mãos foram furadas pelos cravos." (Flegon, Crónicas, citado por Orígenes, 4:455).
Ele também relata sobre a escuridão e terremotos na hora da morte de Cristo e relata que foi na época de Tibério César.
Policarpo, um dos discípulo de João, deixou registrado sobre a morte de Jesus, Inácio amigo de Policarpo registrou a seguinte frase: "E Ele realmente sofreu e morreu e ressuscitou." Após isso ele escreve que se tal fato fosse mentira, os apóstolos que sofreram por sua fé, teriam morrido em vão. Justino Mártir em diálogo com Trifão, disse que os judeus acreditavam que  Jesus era um enganador Galileu, a quem foi crucificado.
Estes testemunhos deixados em documentos históricos por cristãos e não cristãos são evidência que corroboram para dar veracidade à morte e ressurreição de Cristo.


AS PROFECIAS MESSIÂNICAS. 



Nenhum líder religioso possui tantas evidências que comprovam a sua história com Jesus, pois pois as declaração dos profetas do Antigo Testamento produziram a expectativa da chegada do Messias.
Como o Messias seria conhecido pelo cumprimento das profecias (Is 48:3-5.) e elas foram cumpridas na vida de Jesus, não existe nenhuma dúvida de que elas também corroboram para comprovar a morte e ressurreição de Cristo.
O historiador Lucas escreveu as suas palavras que o apóstolo Pedro disse na porta do Templo chamada Formosa, que Deus cumpriu o que tinha anunciado pelos profetas, que Cristo havia de padecer (At 3:18.) Após tudo que estava profetizado se cumpriu, Jesus entregou o espírito a Deus e deu o seu testemunho que estava tudo consumado. (Jo 19:28-30.).
At 3:18 - Mas Deus assim cumpriu o que já dantes pela boca de todos os seus profetas havia anunciado; que Cristo havia de padecer.
At 13:29 - E havendo eles cumprido todas as coisas que dele estavam escritas, tirando-o do madeiro.
Jo 19:28-30. - Depois havendo Jesus que já todas as coisas estavam terminadas, para que a escritura se cumprisse, disse ; tenho sede. Estava pois ali um vaso cheio de vinagre. E encheram de vinagre uma esponja, e pondo num hissopo, lha chegaram à boca. E quando Jesus tomou o vinagre disse: Está consumado. E inclinando a cabeça, entregou o espírito.


PROFECIAS MESSIÂNICAS SOBRE A MORTE E RESSURREIÇÃO DE CRISTO.


Podemos citar diversas profecias messiânicas que dão detalhes minucioso de Jesus desde o seu nascimento, sua carreira ministerial, porém o assunto que nos interessa é a morte e ressurreição, então estaremos dando mais atenção  elas.
Durante o período do Antigo Testamento, os profetas trouxeram informações  sobre a sua traição, sepultamento, julgamento, detalhes do sacrifício da cruz e todas foram cumpridas à risca, bem diferente das profecias subjetivas e indecisas de Nostradamus.
Vamos ver algumas delas:
A TRAIÇÃO POR UM AMIGO.
Sl 41:9. - Até o meu  próprio amigo íntimo, em quem eu tanto confiava, que comia do meu pão, levantou contra mim o seu calcanhar.


CUMPRIMENTO.
E, inclinando-se sobre o peito de Jesus, disse-lhe: Senhor, quem é? Jesus respondeu: É aquele a quem eu der o bocado molhado. E molhando o bocado, o deu a Judas Iscariotes, filho de Simão.


O FIEL PROFETIZADO.
O fiel profetizado pelo salmista (Sl 69:21.), além do fiel, o texto traz referências do seu sofrimento - o seus pés traspassados  e a forma de como as suas vestes iriam ser repartidas.
Sl 69:21. - Deram fel por mantimento e na minha sede me deram a beber vinagre.


CUMPRIMENTO.
Mt 27:34. - Deram-lhe a beber vinagre misturado com fel; mas Ele provando-o, não quis beber.
Mt 27:48. - "E logo um deles, correndo tomou uma esponja e embebeu-a com vinagre e pondo-a numa vara, dava-lhe de beber".


TRASPASSADO E AS SUAS VESTES REPARTIDAS.
Sl 69:14-18. - Como água me derramei e todos e todos os meus ossos se desconjuntaram; o meu coração é como cera, derreteu-se no meio das minhas entranhas. A minha força se secou como um caco e a língua se me pega ao paladar;  e me puseste no pó da morte. Pois me rodearam cães; o ajuntamento de malfeitores me cercou, traspassara-me as mãos e os pés. Poderia contar todos os meus ossos; eles vêem e me contemplam. Repartem entre si as minhas vestes e lançam sorte sobre minha roupa.


Zc 12:10. - Mas sobre a casa de Davi e sobre os habitantes de Jerusalém, derramarei o Espírito de graça e de súplicas; e olharam para mim, a quem traspassaram; e prantea-lo-ei sobre ele, como que pranteia pelo filho unigênito; e chorarão amargamente por ele, como se chora amargamente pelo primogénito.


CUMPRIMENTO.
Mt 27:35. - E, havendo-o crucificado, repartiram as suas vestes, lançando sortes, para que se cumprisse o que foi dito pelo profeta: "Repartiram entre si as minhas vestes e sobre a minha túnica lançaram sorte".
Jo 19:24. - Contudo um dos soldados lhe furou o lado com uma lança, e logo saiu sangue e água. E aquele que o viu testificou e o seu testemunho é verdadeiro; e sabe que é verdade o que diz, para que também vós o creiais.
O salmista ainda relata a sua aflição e dá com precisão as palavras que Jesus expressaria na cruz que estava crucificado. 



PALAVRAS DA CRUZ.
Sl 22:1. - "Deus meu, Deus meu, porque me desamparaste?..."


CUMPRIMENTO.
Mt 27:46. - E perto da hora nona exclamou Jesus em alta voz, dizendo: Eli, Eli, lamá sabactâni; isto é: Deus meu, Deus meu, porque me desamparaste?
Um dos textos mais conhecidos das Escrituras que narra a morte de Jesus é o do profeta Isaías no capítulo 53, o capítulo messiânico retrata a essência do sacrifício vicário de Cristo - a busca daqueles que estavam perdidos.
As descrições foram feitas aproximadamente em 700 a.C. e os detalhes são impressionantes. O modo como Isaías previu o seu silêncio perante os seu acusadores e aonde iria ser colocado o seu corpo foi preciso.
Is 53:7-9. -  Ele foi oprimido e afligido, mas não abriu sua boca; como um cordeiro foi levado ao matadouro e como ovelha muda perante os seus tosquiadores, assim Ele não abriu a sua boca.
Da opressão e do juízo foi tirado
; e quem contará o tempo de sua vida? Por tanto foi cortado da terra dos viventes, pela agressão do meu povo ele foi atingido.
E  puseram a sua sepultura com os ímpios e com o rico da sua morte, ainda que nunca cometeu injustiça, nem houve engano em sua boca.


CUMPRIMENTO.
Ficou calado perante os seus acusadores.
Mt 27:12 - E, sendo acusados pelos príncipes dos sacerdotes e pelos anciãos, nada respondeu.
Sepultado com o rico. -  Mt 27:57-59 - E, vinda a tarde, chegou um homem rico de Arimatéia, por nome José que também era discípulo de Jesus. Este foi ter com Pilatos e pediu-lhe o corpo de Jesus. Então Pilatos mandou que o corpo lhe fosse dado. E José tomando o corpo, num fino e limpo lençol  e pôs o seu corpo no seu sepulcro novo que havia aberto em rocha.

Alguns opositores do cristianismo podem dizer que algumas destas profecias podem ser vistas e cumpridas em outros personagens importantes da história, mas o detalhe é que todas as profecias foram cumpridas e não algumas delas, a teoria de probabilidade não se encacha nesta situação por ter tido 100% de acerto, posso desafiar qualquer pegar as profecias acima, que são algumas delas e me mostrar na história da humanidade qual foi o personagem que se cumpriu todas elas sem qualquer margem de erro.
O próprio Jesus também falou sobre a sua morte diversas vezes para os seus discípulos, além da morte  a ressurreição também está contida nas palavras de Jesus. Se Jesus fosse homem comum, certamente Ele não poderia.
Três (3) dias no seio da terra - Mt 12:40 - Pois, como Jonas esteve três dias  e três noites no ventre da baleia, assim estará o Filho do homem Três dias e três noites no seio da terra.
Mt 8:31 - E começou a ensinar-lhes que importava que o Filho do homem padecesse muito  e que fosse rejeitado pelos anciãos e príncipes dos sacerdotes e pelos escribas e que fosse morto, mas que depois de três dias ressuscitaria.
Jo 2:19-21 - Jesus respondeu, disse-lhes: Derribai este templo e em três dias o levantarei. Disseram pois os judeus: Em quarenta e seis anos foi edificado este templo e tu o levantará em três dias? mas Ele falava do templo do seu corpo. Quando pois, ressuscitou dentre os mortos, os seus discípulos lembraram-se de que lhes dissera isto e creram nas Escritura e na palavra que Jesus tinha dito.
O Evangelho de Mateus traz a mais explícita previsão sobre a morte que Jesus mesmo disse:  

Mt 17:22-23 - Ora, achando-se eles na Galileia, disse-lhe Jesus: O Filho do homem será entregue nas mãos dos homens; e matá-lo-ão e ao terceiro dia ressuscitará. E eles estremeceram muito.


TEORIA DA DROGA E DESMAIO NA CRUZ.
O islamismo nega que Jesus morreu na cruz usando diversa teorias para explicar o fato, uma delas é a teoria da droga e do desmaio.
Ela baseia que Jesus teria tomado uma droga na cruz e desmaiado, após ter sido colocado no túmulo, o ambiente frio, calmo e tranquilo, fez com que se recuperasse e depois e levantou e saiu andando.
As evidências e a investigação minuciosa do caso não contribui para esta teoria. A droga droga da qual se refere é o fel que produzia um "efeito narcótico" tal mistura de vinagre, fel ou vinho e fel eram usados pelos soldados romanos feridos e também nos crucificados para suavizar as suas dores.
Mateus deixa registrado que Jesus recusou a droga, provou , mas não bebeu, mais tarde, Ele aceitou o vinagre para matar a sede.
Mt 24:34 - Deram-lhe a beber vinagre misturado com fel, mas Ele provando não quis beber.
Mt 27:48 - "E logo um deles, correndo tomou uma esponja e embebeu-a em vinagre e pondo-a numa cana, dava-lhe de beber".
As tentavas dos mulçumanos estabelecer uma teoria que descarte  a morte e ressurreição de Jesus é por não aceitar Jesus Cristo como Filho de Deus.
Embora na Surra 19 fique explícito que Alá é quem deu origem a gravidez de Maria, confirmando o papel de Deus como Pai, outras referências da Surra contradizem a sua afirmação dizendo que Alá não precisava de um filho (Surra 19:35/4.171)
Pata eles, Deu nunca iria concordar com tal acontecimento porque a morte de cruz era muito vergonhosa, diversas passagens do Alcorão ensinam que Jesus não morreu pelos nossos pecados, mas as Escrituras afirmam que o amor de Deus foi a alavanca para tal acontecimento (Jo 3:16.) e que o sangue de Cristo foi o agente purificador dos nossos pecados e continua sendo.
Ap 1:5 - E da parte de Jesus Cristo, que é a fiel testemunha, o primogênito dentre os mortos e o príncipe dos reis da terra. Àquele que nos amou e em seu sangue nos lavou dos nossos pecados.
O objeções morais para a morte de Cristo é uma  das suposições mulçumanas, mas nelas encontramos um grande problema, as contradições dos ensinamentos Islâmicos.
Mesmo não aceitando as declarações  as declarações das Escrituras sobre a morte de Cristo, o documento dogmático dos mulçumanos afirma que Jesus morreria (Surra 3.55 cf 19.33), Jesus ressuscitaria dos mortos (19.33) e que Jesus tinha o poder para ressuscitar pessoas mortas. Sendo assim, como não acreditar nos testemunhos dos Evangelhos sendo que eles possuem relatos parecidos?
Outra objeção a morte de cruz é que Deus é soberano e não permitiria que seu Filha morresse e sofresse tal morte, mas  os ensinamentos Islâmicos também define Deus como soberano, sendo assim, é pura presunção determinar como Deus deveria agir, o que Ele deve ou não fazer, julgar as suas atitude como injustas. O profeta Isaías já deixou registrado que os nossos caminhos não são os caminhos de Deus e que os pensamentos de Deus não são os nossos pensamentos (Is 55:8) além do mais, a morte de Cristo foi aprovada por Deus (Is 53)
"Pensando no sofrimento da morte de cruz, seria possível Jesus ter desmaiado ou desfalecido e ter acordado no sepulcro?"


O SOFRIMENTO DA CRUCIFICAÇÃO.
A teoria do desmaio passar a ser um suicídio intelectual contando o sofrimento antes e na hora da crucificação. Além do mais a crucificação era considerada desprezível pelos escritores da época como Flávio Josefo, historiador Judeu.
O sofrimento de Cristo não foi só na hora da crucificação, Jesus foi levado a casa de Caifas, o sumo sacerdote, onde estava reunido com os anciãos e os escribas, (Mt 26:57), o Sinédrio procurava testemunhos falsos para condená-lo, mas não acharam julgando-o por blasfêmia. Sendo assim, Jesus começou a sofrer diversos ferimentos no seu corpo, bofetadas, cusparadas e murros (Mt 26:65-67). Lc 22:63 - !E os homens que detinham Jesus zombavam dele, ferindo-o. Após isto os Romanos também o flagelaram.


O FLAGELO ROMANO. 
Um homem açoitado pelos romanos era levado a um tronco de madeira, ele se curvava com suas mãos no tronco, era despido e ali tinham dois algozes. O instrumento de tortura era um cabo de madeira com várias tiras de couro e nas pontas  pedaços de ossos ou ferros. Os golpes eram aplicados nas vítimas até trinta e nove (39) vezes, os cortes eram profundos porque esses ossos quando se encontravam com as carnes, alguns entravam nas costas e quando puxados traziam pedaços das costas. Muitas vítimas morriam no flagelo sem precisar chegar à cruz.
Além do sofrimento do açoite, uma coroa de espinhos foi colocada em sua cabeça. Os espinhos eram de mais ou menos dois (2) centímetros, imagine você após o flagelo ter que passar pelo escárnio dos soldados e depois ter em sua cabeça uma coroa de espinhos que produz cortes profundos no couro cabeludo fazendo-o sangrar.
Por isso Jesus não conseguiu levar a sua cruz (Mt 27:32-33/Mc 15:15-20), o percurso teria que ser feito com os pés descalços, isto faziam com que seus pés tivesse contato com as pedras pelo caminho, sem contar o peso da trave que deveria ser carregada da prisão até o lugar da crucificação. Jesus estava debilitado fisicamente e teria que fazer tudo isso! Na hora da crucificação, a sua túnica deveria estar colada em seu corpo pelo sangue que escorria dos ferimentos, com certeza ela foi puxada com violência pelos soldados que não tiveram nenhum sentimento de pena ao flagelá-lo. As suas mãos e pés foram traspassados por pregos enormes para aguentar o seu corpo no madeiro, horas passando debaixo do sol, a dor é imensa, a única maneira de respirar apoiando o seu corpo para cima, isso ocasionava mais dores profundas dos cravos em suas mãos e pés. Ele ficou pendurado na cruz da manhã até antes do por do sol (Mc 15:25-33).
Antes de Jesus ser retirado da cruz, o soldado transpassou o seu lado com uma lança e escorreu água misturada com sangue (Jo 19:34), prova concreta de sua morte física, os próprios soldados deram veracidade sobre a sua morte quando não precisou quebrar os seus ossos das pernas (Jo 19:33). Pilatos também certificou a sua morte antes de entregar o seu corpo a José de Arimateia (Mc 15:44-45). Jesus foi enrolado em panos e especiarias e após isso foi colocado em um túmulo vigiado pela guarda romana por três (3) dias (Mc 27:60/Jo 19:39-40).
Levando em conta todos esses detalhes dados por testemunhas oculares da história, seria possível Jesus ter sobrevivido e acordado no túmulo?
Se por acaso Ele supostamente tivesse acordado, teria sobrevivido sem cuidados médicos, água e comida?
De certa forma, a criatividade para aprimorar as doutrinas religiosas contra a morte de Jesus é de certa forma rechaçada pelos acontecimentos e detalhes da história.


TEORIA DA SUBSTITUIÇÃO.
A lenda da substituição é ensinada por diversas correntes de pensamentos contrarias à morte e ressurreição de Jesus, não só o Islamismo que ensina esta teoria, mas já no século II, Frenaco Basilede o gnóstico, ensinou "Os judeus confundiram Jesus com Simão de Cirene, na hora de carregar a cruz, Simão tomou a forma de Jesus e após isso Jesus ficou ridicularizado os Romanos antes de subir ao céu", outra teoria veio no século III com Mani da Pérsia, findador da religião Maniqueísta, que o filho da viúva de Naim, que foi ressuscitado por Jesus teria morrido em seu lugar, segundo esta tradição, o diabo foi vítima desta troca.
Os mulçumanos defendem que Judas ou Simão  morreu no lugar de Jesus. A teoria  de Thalibi, diz que a forma de Jesus teria sido colocada em Judas e por isso Judas foi crucificado e depois de três (3) horas Jesus teria subido ao céu. Outra hipótese dada por A. R. Doi, teólogo mulçumano, é que o soldados romanos vieram com Judas para prender Jesus e se confundiram no escuro e levaram preso  Judas e Jesus teria sido salvo e levado ao céu.
"Se Jesus foi substituído por Judas na cruz, quem se suicidou? Jesus?"
Estas lendas começaram em 150 anos depois de Cristo entre pessoas influenciadas pelo gnosticismo, um dos aspectos importante sobre o tempo que as afirmações ou posições são baseadas em tempos distantes do acontecimentos, não tendo provas concretas para tais suposições.
As lendas são produtos de histórias  das quais não possui nenhum tipo de Testemunha Ocular, as informações são passadas e repassadas a diante sem qualquer comprovação. A prova deste telefone sem fio está nas lendas urbanas e folclóricas.
as especulações destas teorias são explicadas pela falta de conhecimento e rejeição da morte e ressurreição, os teólogos Islâmicos acreditam que Jesus teria sido levado ao céu vivo e que sua morte foi natural algum tempo depois da crucificação, mas não existe nenhum tipo de testemunho histórico ou testemunho ocular que amparem estas teorias.


OS EVANGELHOS PODEM CONTER LENDAS?
Para que o crime ou qualquer acontecimento possa ser solucionado, a presença de pessoas que participaram ou presenciaram o fato é de suma importância para desvendar os detalhes e dar veracidade ao acontecido, estas pessoas são chamadas "Testemunhas Oculares".
Dentro dos autores dos Evangelhos e dos documentos Neotestamentários,temos Mateus (Evangelho escrito por volta de 60 a 65 d.C.), que presenciou a trajetória do Mestre. Mateus teve a oportunidade de ver os sinais que Jesus operava e decidiu segui-lo. Ele era um iletrado, antes de conhecer Jesus ele exercia a função de cobrador de impostos, considerando a região que ele trabalhava, Mateus deveria dominar o Grego, Aramaico e o Latim, pois a sua região, Cafarnaum na Galileia, é apontada como responsável de cobrar imposto de quem cruzava o Mar da Galileia quanto os que percorriam a estrada de Damasco.
Além de Mateus temos João, outro discípulo que vinha de uma família com certa abastança, seu pai Zebedeu, fez crescer o seu empreendimento a ponta de contratar trabalhadores pra  auxiliá-lo em seu ofício de pescador. João era sócio de Pedro e André (Lc 5:8-10). João foi o único que presenciou a crucificação( Jo 19:25-27). O seu Evangelho foi escrito por volta de 85 a90 d.C.
Lucas foi companheiro de Paulo, homem também com capacidade intelectual e contatos próximos de todas as testemunhas que presenciaram a morte e resserreição de Cristo, pois  a sua missão era escrever para Teófilo os mínimos detalhes depois de ter tido uma acirrada investigação das origens das informações colhidas por ele (Lc 1:1-4).
O escritor Lucas escreveu o livro de Atos e deixou registrado que Jesus se apresentou vivo com muitas provas incontestáveis durante 40 dias (At 1:1-3). Lucas escreveu por volta de 60 d.C.
Marcos foi o primeiro a escrever o seu Evangelho, escrito por volta de 55 a 65 d.C., ele teve a oportunidade de ser companheiro de Pedro e de vários discípulos, um outro contato importante foi com Paulo, que na época de Jesus era um judeu rígido que foi ensinado aos pés de Gamalieu.
Paulo não teria nenhum motivo apara largar a Lei e a sua posição de destaque perante o Sinédrio e os políticos da época para seguir e morrer por uma lenda.
Se você analisar a datação dos Evangelhos e os livros que compõe o Novo Testamento, voçe irá perceber que muitas das testemunhas oculares estavam vivas e qualquer informação lendária poderia ser refutada pelos discípulos e outras testemunhas, assim sendo, as lendas não teriam sucesso.
Para que uma lenda venha a vingar é preciso que as informações que são passadas não tenha nenhuma prova testemunhal, é  definido por alguns estudiosos que só de depois de 4 a 8 gerações, as lendas tenha o seu lugar ao sol devido as informações se perdem no tempo e ninguém poder refutá-las.


A RESSUSSEIÇÃO. 

A morte de Cristo tem uma grande importância para os cristãos, mas a ressurreição é a essência do cristianismo, se Cristo não ressuscitasse, seria vã a nossa pregação, o Evangelho seria um engodo e a nossa salvação uma grande farsa. O apostolo Paulo escrevendo aos Romanos declara: "Se com tua boca confessares  a Jesus Cristo como Senhor e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, será salvo".
Jesus após a ressurreição, apareceu durante quarenta (40) dias, no mesmo corpo físico e com as marcas dos pregos e da lança que lhe transpassou o lado. Quem nos dá este testemunho detalhado é o próprio Jesus quando visita os discípulos.
Lc 24:39 - Vedes as minhas mãos e os meus pés. Sou eu mesmo! Apalpai-me e vede; um espírito não tem carne nem ossos, como vedes que eu tenho.
Tomé também duvidou e Jesus apareceu a ele e disse: "Põe o teu dedo; vê as minhas mãos. Chega a tua mão e põe-na no meu lado. Não sejas incrédulo, mas crente". Jo 20:28.
A prova de que Jesus estava com o seu próprio corpo é inegável e também comprova as detalhes de sua morte, pois apresentou as marcas que recebeu antes de morrer. Jesus colocou-se à prova de qualquer toque humano em suas feridas, o seu era de carne e osso, se alimentou, foi reconhecido pelos seus discípulos quando apareceu, isto é, que a sua aparição pode ser vista e ouvida por aqueles que estavam presentes. Quando foi levado ao céu recebeu o corpo glorificado.
A ressurreição é a prova da divindade de Cristo, do triunfo sobre o pecado, a morte de satanás. Jesus também nos prometeu um corpo glorificado e ressurreto, uma das mais convictas provas disto foi o relato de Mateus após a ressurreição de Cristo: "Abriram-se os sepulcro e muitos corpos de santos que dormiam, ressurgiram. E, saindo dos sepulcros depois da ressurreição de Jesus, entraram na cidade santa e apareceram a muitos. Mt 27:52-53". 



CORPO ROUBADO PELOS DISCÍPULOS.
Os discípulos não poderiam roubar o corpo de Jesus e inventar tal fato levando em conta que o único que teve coragem de ir a crucificação foi João, os demais fugiram com medo de serem pregos e ter que pagar com suas próprias vidas.
Mateus escreveu que os soldados Romanos chegando a cidade anunciaram aos principais sacerdotes o que tinha acontecido, os mesmos que fizeram de tudo para crucificar Jesus. Mais uma vez os sacerdotes compraram as suas testemunhas com uma boa quantidade de dinheiro para declarar que o corpo foi roubado: "Dizei que viera à noite os seus discípulos e enquanto dormíeis, o furtaram.Caso chegue aos ouvidos do governador, nós o persuadiremos e vos poremos em segurança. Eles receberam o dinheiro, fizeram como estavam instruídos. E espalhou-se esta histórias entre os judeus, até os dias de hoje." Mt 28:11-15. 
Nenhum soldado seria débil de ter inventado esta história sem ter um auxílio, pois a guarda romana respondia por qualquer situação, os guardas teriam que pagar com suas próprias vidas se acontecesse alguma coisa, aceitar a segurança dos sacerdotes era viável, pois além de terem recebido propina para acobertar o caso, Pilatos já tinha demonstrado no julgamento de Jesus que ele estava nas mãos dos religiosos. Se os discípulos tivessem roubado o corpo de Jesus, a pressão do sumo sacerdote seria suficiente para encontrá-lo e matar todos os discípulos com a mesma pena imposta a Jesus, a crucificação. Além disso, Pilatos teria sido punido pelo roubo e a notícia teria chegado aos ouvidos de César, pois no julgamento de Cristo os judeus ameaçaram reclamar a César a respeito de Pilatos (Jo 19:12-13.


A GUARDA ROMANA PODERIA SER UMA TESTEMUNHA IMPORTANTE.
Uma outra questão que pode ser levada em conta, é que Jesus disse sobre a sua ressurreição, podemos chegar a conclusão de que existia a possibilidade dada pelo próprio Cristo de três (3) dias, como um ato de preocupação dos sacerdotes e Pilatos, a guarda romana foi colocada no túmulo para comprovar que nada aconteceria, esta seria a maior prova de que a ressurreição de Cristo fosse uma fraude, o testemunho dos guardas.
Imagina se Cristo continuasse da mesma formo que foi colocado dentro da sepultura? Os soldados seriam a maior testemunha que o corpo de Cristo estava inerte.


CORPOS MORTOS NÃO SAEM PARA VISITAS. 
Por muitas vezes, corpos foram roubados de seus túmulos, esta posição seria provável se ninguém nunca mais visse o corpo de Cristo, pois os casos de roubo de corpos de seus túmulos não tem registros de que alguém viu que alguém morreu aparecer vivo após tê-lo sepultado.
O caso de Jesus é diferente, esta teoria é totalmente improvável, pois Jesus foi visto morto e depois visto vivo mais uma vez.


DANDO TESTEMUNHO COM SUA PRÓPRIA VIDA.
Outra posição sobre a ressurreição é a morte dos seguidores de Cristo.
Ninguém daria sua própria vida por um conto da carochinha.
Se os cristãos não tivessem a certeza da ressurreição de Jesus, ninguém arriscaria a sua vida, prova disso que os mesmos que viram Jesus fazer milagres, curar, libertar e perdoar pecados, não apareceram na crucificação. Pedro negou Jesus quando perguntaram a ele se era um dos que andavam com Cristo. O próprio Tomé reconheceu a divindade de Jesus após sua aparição.
Só uma prova real de que Jesus teria ressurgido dentre os mortos poderia dar a certeza da vitória após a morte aos que antes foram omisso, a veracidade do fato ficou impregnada na alma dos seguidores de Cristo a ponto de dar suas vidas que antes não tiveram coragem de fazer.
Paulo de perseguidor passou a ser perseguido. Estêvão foi apedrejado, Tiago irmã de João, o primeiro mártir apostólico morreu a fio de espada, Filipe foi crucificado, Mateus foi assassinado com alabarda, Tiago o menor foi espancado pelos judeus aos 99 anos, André foi crucificado, Pedro também foi crucificado de cabeça para baixo e até o incrédulo Tomé também morreu pelo nome do Senhor, foi atravessado por uma lança.


CONCLUSÃO.
A grande parte das correntes religiosas, ou seja lá qualquer seguimento que não aceita a morte e ressurreição de Cristo, se baseia em especulações e na má interpretação dos fatos. Talvez a vontade de entender a veracidade dos acontecimentos sobre a morte e ressurreição de Cristo não passe de um desejo com segundas intenções para apoiar seus próprios dogmas e doutrinas que seguem. Por mais que neguem os fatos, eles estão expostos para qualquer um analisar e verificar a verdade. A certeza de que Jesus foi o único que morreu e ressuscitou está nas evidências, isso nos aumenta a nossa fé e nos dá a grande esperança de um dia encontrarmos com Ele.


                                                                 Pastor André Costa.

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